Neste fim vamos respirar outros ares. Fomos convidados (na verdade, nos convidamos) pelo Casal Floresta Elio e Paula para um tour na fazenda deles em Apiaí. Seus ideais comungam com os da Sta. Com recursos do Pronaf, estão montando um viveiro de mudas. Na volta conto mais.
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Notícia nos jornais, a interdição das cavernas do Vale do Ribeira pelo Ibama já está causando transtornos: turistas estão entrando nas cavernas sem monitoramento.
Para tudo!
Agora que a comunidade está se adequando para um turismo sustentável (estruturação de campings e pousadas, capacitação de guias, agências de passeios, saneamento ambiental, etc…)as cavernas serão fechadas?
Absurdo!
Na semana santa estaremos por lá e traremos notícias.
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Neste fim rola a tradicional Festa da Uva de São Miguel Arcanjo. Dizem que de uva mesmo, só sobrou o nome. A festa já não representa para o município o tanto quanto antes. Pena. Resultado da migração para outras culturas. Deveria se chamar agora Festa da Estufa.
Fevereiro 28, 2008
Casal Floresta
Fevereiro 26, 2008
Fevereiro 25, 2008
Ezequiel, Ana e Genô: SAUDADES !!
Este “albinho” foi feito especialmente para os parentes Bascos da Vovozinha.
Feito para lembrar dos bons momentos que passaram sob “ordens” da nossa comandante “Vovó Dolores”.
Feito também para dar saudades…
Fevereiro 21, 2008
Niagara
Aos produtores de uva Niagara, copio e colo reportagem do caderno Agrícola do jornal O Estado de São Paulo. Publicada em 13.2, acredito que seja de grande utilidade para quem procura “sempre” melhorar seus negócios. Afinal de contas, quem não gostaria de lucrar um pouquinho mais que o esperado?
Não sou agrônomo nem pesquisador, porém quando leio reportagens relevantes, importantes para o homem do campo, em fontes confiáveis (como os jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo), procuro trazer para este blog.
O CONHECIMENTO DEVE SER TRANSMITIDO. Uma das missões desse blog é trazer a notícia aos seus leitores.
Bom, vai lá:
Longa vida à uva niagara
Pesquisadores prolongam tempo de prateleira da variedade de mesa e reduzem a queda da fruta nos cachos
Reportagem de: Niza Souza – O Estado de S.Paulo 
Carlos Cachimba/AE
Uva niagara: uma das variedades mais populares no País
SÃO PAULO – Problemas como queda dos frutos do cacho (degrana) e podridão são comuns na uva niagara, uma das variedades mais populares no País, além do prazo apertado de venda, pois a safra ocorre apenas entre novembro e fevereiro. Mas uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em parceria com os Institutos Agronômico (IAC), de Campinas, e de Economia Agrícola (IEA), e financiada pelo CNPq, promete reduzir as perdas pós-colheita e aumentar a vida útil da fruta. Até agora, os pesquisadores testaram três técnicas.
Uma delas é a aplicação de cloreto de cálcio e de ácido naftalenoacético, ainda na pré-colheita. “Reduzimos em 10% a degrana e aumentamos em até 15 dias a vida útil da fruta”, diz o pesquisador do IAC, Maurilo Monteiro Terra.
O cloreto de cálcio foi aplicado no início da maturação, 30 dias antes da colheita, para prolongar a conservação da fruta. “Ele fortalece os cabos da baga e aumenta a resistência aos fungos que causam podridão.” A pesquisa já chegou a uma medida considerada eficiente: são 10 gramas de cloreto de cálcio para cada litro de água, aplicados por meio de pulverização manual, apenas nos cachos.
Além do cálcio, a primeira técnica inclui a aplicação de ácido naftalenoacético, de um a três dias antes da colheita, para inibir a queda de frutos na pré-colheita. O teste foi feito com a solução de 100 miligramas de ácido para cada litro de água.
A aplicação da técnica na pré-colheita aumentou em torno de 5% a 10% o custo de produção. “Mas a redução de perdas é maior. Por isso compensa”, diz.
REFRIGERAÇÃO E RADIAÇÃO
As outras técnicas foram aplicadas na pós-colheita e aliadas à refrigeração. A pesquisadora Sílvia Valentini, do Ital, que coordenou essa fase do estudo, diz que só com o armazenamento entre zero e 1 grau centígrado prolongou-se de 7 para 28 dias a vida útil da uva.
“Como complemento à refrigeração, estudamos a aplicação de radiação ultra-violeta e o uso de embalagem”, diz Sílvia. A irradiação UV age no controle de podridões causadas por fungos.
Os pesquisadores avaliaram ainda várias embalagens e compararam seu efeito sobre a conservação da fruta. “Os melhores resultados foram com a caixa de papelão aberta, a embalagem pet e a de poliestireno coberta com PVC”, diz Sílvia.
