Janeiro 24, 2008
Janeiro 17, 2008
Água quente
Posto um modo legal para aquecimento da água do seu sítio. Trata-se da serpentina de tubo de cobre no fogão à lenha. Coloquei essa idéia em prática e funciona muito bem. Não é nenhuma grande obra de engenharia, mas está proporcionando água quente nas torneiras e no chuveiro. Veja a ilustração abaixo:

Para ficar mais fácil o entendimento do esquema, usamos o princípio da física de que “o calor tende à subir e o frio à descer”.
-O barril(tambor) é abastecido com água fria por baixo;
-Do outro lado, monta-se um circuito fechado com a serpentina de cobre na extremidade (que fica sobre o fogo), a água fria desce, se esquenta, e sobe;
-Acima da entrada de água fria, monta-se a saída de água quente(que abastece a casa).
Materiais:
-Com exceção da entrada de água fria, recomendo que toda tubulação seja própria para água quente (linha “aquaterm” da Tigre);
-No Sítio Santa Maria usamos um barril de chopp de 50L (aço inox) para armazenamento da água quente (funciona perfeitamente além de ser muito mais barato que um BOILER) – compramos o barril por R$150,00 num ferro-velho e um serralheiro fez as adaptações para as entradas e saídas de água;
-Se faz necessário uma tubulação de água fria paralela à de água quente com um misturador nas saídas para evitar queimaduras;
-Pode-se comprar o tubo de cobre flexível em casas de fogões ou ar condicionado. Peça para “moldar a serpentina” de acordo com seu projeto (eles tem um dobrador próprio para isso);
-Para adaptar a serpentina na tubulação, é necessário fazer uma “flange” no tubo de cobre e colocar um adaptador para encaixe no tubo de PVC (loja de conserto de fogões).
Em caso de dúvidas deixe um comentário.
O desenho foi feito no verso de uma folha já utilizada. Adote também essa prática.
Até a próxima.
Janeiro 3, 2008
O Céu de São Miguel
Parabenizo São Miguel pelos filhos que tem.
Participei de 3 super festas neste fim de ano. A primeira foi no Sítio do Márcio, pai do Márcio, vô do Márcio. Do lado do sertão, pras bandas da Fazenda Colonial. O sítio está fera, tem até uma alameda de palmeiras real. Vizinho da mais bela das araucárias, uma senhora. Sonzinho de primeira, Iedinha nos vocais, Marcel e Negão arranhando as cordas. Parabéns ao Marcião e ao Marcinho, pelo trato que dão no sítio.
Rolou a virada do ano no sítio do Lelê e da Ana. Precisa falar? Show de boleta! Bela casa avarandada, belo freezer, bela galera. Os bons filhos à casa retornam.
E o primeiro almoço do ano ficou por conta do Nhô João Luis. Todos filhos reunidos, netos, bisnetos e agregados. Uma demonstração de respeito sem igual.
Como estas, tenho certeza que viraram várias. Quem tiver fotos, pode mandar que eu posto.
Estou providenciando uma máquina, aguardem…
Dezembro 26, 2007
Erosão hídrica
Leitores,
Despertem a consciência ambiental de quem está perto de vocês. Leiam o pedaço de texto abaixo e se indignem. Erosão hídrica é uma doença do solo e é preciso tratá-la. Já ouviram falar em curvas de nível? Aposto que já. E porquê não fazê-las? Porquê não usar o solo de uma maneira menos ofensiva que o convencional? De uma maneira sustentável, sem demasiada degradação? Lembrem-se de que nós vamos e o solo fica. Nossos filhos ficam… cuidando dos nossos netos. Em que solo? Como ele estava quando entrou, e como deixou-o ao sair? Pratiquem boas maneiras no cuidado com o solo. Seus filhos e netos agradecem.
Fernanda Yoneya – O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO – O vetiver, cujo óleo essencial é conhecido na indústria de fragrâncias, tem outra utilidade que vem sendo difundida em áreas rurais e urbanas. A planta tem se mostrado eficiente na recuperação de solos degradados e no combate à erosão. Principalmente nesta época, marcada pela ocorrência de chuvas torrenciais, os impactos da água no solo causam danos ambientais e econômicos. ”A erosão hídrica é um grave problema ambiental e decorre do mau uso do solo”, diz o agrônomo André César Henriques, do escritório local de Caxambu, da Emater-MG.
Tá só começando
tarde…
Estamos com bons projetos para o sítio. Agrofloresta e turismo rural são a bola da vez. Já rola uma casinha, fogão à lenha e água de poço. Base para as aventuras, para as comidinhas e cachacinhas. Em cima do morro…. quase morro.
…rumo à sustentabilidade!